Arquivos do projeto e backup¶
Esta página identifica quais arquivos fazem parte do trabalho e como mover ou arquivar um projeto com segurança. O princípio principal é preservar o .spf junto com os fontes e recursos aos quais ele se refere.
O que deve ser preservado¶
Para copiar ou arquivar um projeto, preserve a pasta completa. Os itens principais são:
Item |
Conteúdo |
|---|---|
Arquivo |
Configuração e estrutura do projeto |
|
Algoritmos C± |
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Verilog gerado e fontes relacionadas |
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Arquivos de entrada, saída e testes do processador |
Testbenches |
Arquivos Verilog ou Python usados na simulação |
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Seleção de sinais e layouts de ondas |
|
Filtro visual opcional da visualização Pastas |
Os arquivos em Hardware podem ser regenerados em muitos fluxos, mas preservá-los junto com o projeto facilita comparação, reprodução e diagnóstico. Os fontes C±, módulos adicionados manualmente e testbenches devem sempre ser tratados como dados essenciais.
Mover um projeto¶
Feche o projeto na AURORA.
Copie a pasta completa.
Abra o
.spfna nova localização.Verifique arquivos importados.
Confirme Top Level e Testbench Top.
Arquivos importados de fora da pasta continuam apontando para o caminho original.
Depois da cópia, execute uma validação Verilog ou abra os arquivos principais. Isso confirma que o projeto não depende de um caminho que ficou na máquina anterior.
O que não editar manualmente¶
Durante o uso normal, evite alterar diretamente:
O arquivo
.spf.Arquivos de estado dentro de
testbench/.Dados internos da IA no perfil do Windows.
Arquivos temporários da toolchain.
Use a interface para mudar configurações e referências. O .inv é a exceção: ele pode ser criado ou ajustado manualmente quando você quiser filtrar a visualização Pastas, pois não altera o projeto nem o Git.
Uma edição manual incorreta pode deixar o arquivo sintaticamente válido, mas inconsistente com as pastas reais. Se precisar investigar o formato, trabalhe sobre uma cópia do projeto.
Fazer backup¶
Use o comando de backup da AURORA antes de alterações estruturais. Para projetos importantes, mantenha também uma cópia externa ou repositório de controle de versão.
Arquivo .inv¶
O .inv fica na raiz do projeto e controla apenas a visualização Pastas. Ele aceita comentários, linhas vazias, negação com !, padrões de diretório, globs e **. A comparação é feita sem diferenciar maiúsculas de minúsculas.
Não use .inv para segurança, empacotamento ou Git. Para controle de versão, use .gitignore e revise o painel de Source Control.
Layouts de ondas¶
O diretório testbench/ guarda um JSON por Testbench Top. Esse estado registra sinais selecionados, inicialização da Configuração de Ondas, layouts .gtkw e layouts Surfer (.surf.ron ou .sucl) associados ao testbench.
Layouts .gtkw organizam sinais para GTKWave. Layouts .surf.ron e .sucl configuram o Surfer. Eles não substituem o arquivo de onda (.vcd ou .fst), que continua sendo a fonte dos valores simulados.
Nunca dependa apenas da pasta de arquivos temporários ou da lista de projetos recentes.
Verificar um backup¶
Copie o backup para uma pasta de teste.
Abra o
.spfdessa cópia.Confira processadores, Top Level e Testbench Top.
Abra os fontes principais.
Execute a validação apropriada.
Um backup só deve ser considerado utilizável depois dessa verificação. Evite testar diretamente sobre a única cópia preservada.